Meu corpo nu no meu quarto, acendendo um cachimbo
de erva, Ornette Coleman - The shape of jazz to come martelando
o êxtase,
Existe o lirismo em ritmo antigo e há o lirismo frenético – este,
merecedor de toda a atenção,
O corpo cego se esvai pelas ruas cinematografias em fumaça
e preto e branco, a garota estilhaçada como vidro de palavras, entre
a paralisia e o gesto mecânico,
Enveredar por tardes ocas, entre caráter e destino,
Aleatório;
De resto nada diz de mim quem sou, deste ensombrecer
que importa, novas tentativas por exterior completamente normal
(?),
A linguagem superada pela ótica do grito, a fumaça que
mergulha nas estruturas cronológicas de concreto,
É preciso projetar si mesmo feliz, do centro da terra até
as figuras em exibição, deste viver subterrâneo e a tristeza,
Jazz é volúpia, Thats how I feel, Hiperativo pulso magnético
ecoando por galerias de hábitos e cigarros apagados,
A pós imagem (não é movimento estético, nem movimento.
Nuvens de lagrimas
e o tempo é vazio,
Tudo permanece no curso natural do mundo:
Meu querer segue a deriva.
de erva, Ornette Coleman - The shape of jazz to come martelando
o êxtase,
Existe o lirismo em ritmo antigo e há o lirismo frenético – este,
merecedor de toda a atenção,
O corpo cego se esvai pelas ruas cinematografias em fumaça
e preto e branco, a garota estilhaçada como vidro de palavras, entre
a paralisia e o gesto mecânico,
Enveredar por tardes ocas, entre caráter e destino,
Aleatório;
De resto nada diz de mim quem sou, deste ensombrecer
que importa, novas tentativas por exterior completamente normal
(?),
A linguagem superada pela ótica do grito, a fumaça que
mergulha nas estruturas cronológicas de concreto,
É preciso projetar si mesmo feliz, do centro da terra até
as figuras em exibição, deste viver subterrâneo e a tristeza,
Jazz é volúpia, Thats how I feel, Hiperativo pulso magnético
ecoando por galerias de hábitos e cigarros apagados,
A pós imagem (não é movimento estético, nem movimento.
Nuvens de lagrimas
e o tempo é vazio,
Tudo permanece no curso natural do mundo:
Meu querer segue a deriva.
Nenhum comentário:
Postar um comentário