Esmagadas, pedaços de plástico duro
E tinta preta.
Inês de Castro assassinada.
(Sugar clouds above us).
E ela parou e olhou por alguns minutos
para a janela branca, seu corpo
feito de coral, sua pele a fluir como agua,
em silencio.
Sabe, para mim não foi fácil encontra-lo
bêbado na praça, era madrugada
e os cadáveres estavam plantados
defronte as portas escuras.
Meu inconsciente como um Michel Poiccard
caricato e tosco a me pregar peças.
Discurso é fabula na medida em que é narrativa.
A vida como literatura.
Poesia enquanto tinta.
A Cartago então cheguei
(Queimando queimando queimando)
Desde quando me tornei menos homem do que caos?