Por não saber sentir
Eu quis fazer.
Fazer, pois para mim a vivacidade
nunca foi uma escolha.
Eu não queria mais me machucar.
Então eu caminhei,
Perplexo a seguir passos de chuva,
golpes de som ao meu redor.
E cansado, atirei o frasco de remédio ao rio,
vidro preso entre as rochas oleosas,
água fluida a sorver o liquido dentro,
ar enluarado e pegajoso em volta.
Então eu continuei, sóbrio,
Olhos cintilantes a faiscar e zunir através da noite.
Dentro de mim viagens.
Apenas falei palavras melodiosas,
Tarde, ao voltar da festa.
(E as donzelas nadavam através das lagrimas)
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